quinta-feira, 15 de janeiro de 2004

Parece piegas, mas o amor que me faz querer ir, me faz ficar. As coisas, as pessoas ganharam o mesmo peso, "não decida sua vida pelos filhos, não é justo, nem com você, nem com eles" já me disseram. Mas eu sei fazer isso? Eu fiz até agora. Mas eu sei fazer? É saber fazer ficar sofrendo pelas próprias escolhas? Eu faço ou farei falta? Até que ponto eu sou importante, indispensável?



Eu estou sendo consumido por questões que eu não sei responder. Este ano não começou bem e isso me preocupa. Está valendo a pena? Sim, é o que eu sei agora. Mas saberei amanhã?



Eu não me mexo, não me mudo e não me decido. Sei que se isso não der certo, não vou me arrepender. Fiz o que tinha de ser feito.



Os planos continuam...

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