segunda-feira, 8 de agosto de 2005

Menina, amanhã de manhã

Menina, você veio e já foi embora. Ficou só a sua mensagem.

Você fez as pessoas se aproximarem num choro em coro, cada um a seu modo, mas um choro em coro.

Eu, que nem tive tempo de te conhecer, também te esperei. Via você começando tudo: comer, sorrir, chorar, andar, falar. Imaginava você. Mas isso nunca vai acontecer.

Mas existe uma maneira de manter você conosco: não desfazer o elo que você criou, ou que começou a formar. Por isso eu digo que você veio.

Menina, sua passagem por aqui não foi em vão. Acredite.

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